Sunaeske

Resumo da 5ª Sessão de Sunaeske, 17/12/14
Jogadores Pj’s: Anderson como Devin, Anathalia como Akila. Demais pj’s como NPC’s.

História:

Caminhando pela estrada mais à frente para procurar possíveis obstáculos, ainda perto do rio, Bruce acaba encontrando uma velha “amiga” – uma jovem moça chamada de Akila, que não demorou muito a reconhecê-lo. Após uma breve conversa sobre o – brevíssimo de uma noite – passado entre os dois, Akila decide acompanha-lo e seus companheiros até o norte.
Enquanto isso, Devin e o Enek – bem como Cassandra, que cuidava dos ferimentos dos dois – ainda estavam naquela taverna, o Elfo já se queixando que Bruce os abandonara, devido ao seu sumiço. Para fugir das reclamações dele, quase curado, Devin decide voltar ao seu trabalho cotidiano – tocar seu alaúde e ganhar algum dinheiro, o que faz com a sua maestria de sempre, quando de repente chega Bruce – que canta junto assim que vê que seu amigo quem tocava – com Akila nos calcanhares.
Apresentações feitas, todos os três foram ver como Enek estava, e foi aí que Akila arregalou os olhos – afinal, Elfos de Pathfaen Taurwen estavam praticamente extintos há mais de 25 anos! Porém suas expectativas em ver o nobre Elfo falar coisas bonitas foram imediatamente quebradas pela grosseria do mesmo, intrigando a nobre jovem.
Ao se ver capaz de andar, Enek decidiu que todos deveriam imediatamente partir, mas todos os outros, apiedados pela situação de Cassandra – que não dormia direito há dois dias por estar cuidando dos dois inválidos – venceu a discussão com a maioria (Bruce) decidindo ficar para deixar a pobre garota dormir um pouco. Chateado, o Elfo volta a dormir, obrigando a mesma garota procurar outro quarto para passar a noite. E coincidentemente, Akila acabou pegando o quarto EXATAMENTE ao lado do Elfo, mas ela não pareceu se importar, pois tinha outros planos para a noite.
Depois dessa pequena confusão, os outros dois rapazes iriam procurar algum público para se apresentar, porém acabaram se esquecendo de que a vila inteira dormia cedo, inclusive a taverna. Então acabaram ambos tomando vinho e esperando o sono chegar para ir dormir.
Enquanto ambos quase se embebedavam de tanto esperar, Akila saíra da taverna de mansinho para praticar o que fazia de melhor: roubar. Ao saber que era uma vila muito pequena, resolveu ir para o pomar e simplesmente pegar algumas frutas “emprestado”, só que na fuga, um passo em falso alertou o ganso da casa, e consequentemente o dono dele e do pomar. Após uma negociação altamente fanservice-apelativa da jovem, o pobre fazendeiro acabou deixando ela levar as frutas por uma mísera moeda de prata (maldito 19 no dado contra 1), e volta para a taverna, encontrando Bruce ainda bebericando o último copo da garrafa de vinho (o bardo subira assim que terminara o seu), o que, pelo contexto, parecia até que ele estava esperando ela. Então ambos vão para seus respectivos quartos.
Enfim, no dia seguinte o Elfo acorda mais cedo que todo mundo e não espera cinco minutos, bate à porta de todos e então desce para aprontar o cavalo. Acordados, todos resolvem se aprontar – higienicamente – para mais uma semana de viagem, e por increça que parível, Akila conseguiu convencer o Elfo a tomar banho e se arrumar, bem como o ensinou a cuidar do pobre cavalo que ele comprou há três semanas. O cavalo ficou tão agradecido que quase abraçou a sua nobre nova amiga, e ainda convenceu o Elfo a dar-lhe uma carona, mas apenas até o lado de fora da cidade, pelo favor de ter cuidado do cavalo.
Devin lembra ao grupo de que estão sem ração de viagem e todos – exceto Akila e Enek, que insistira em sair logo, e outra, por motivos interpessoais – vão comprar comida pra a etapa final da jornada até Kaligos, a cidade do norte.
O elfo volta sozinho com o cavalo alguns minutos depois, indo pegar sua própria ração, e reclamando da voz doce e irritantemente persuasiva daquela humana, disparando assim que termina de pegar suas coisas, e no final deixando todo mundo mais uma vez incrivelmente putos com ele.
Mas, não pode-se reclamar daquele chato. Elfo.

Contagem de XIS-Pê!
Interpretação: 120 xp (muito bom pessoal! 3)
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 9,0 (estréia bem-sucedida! _) = 100 xp

(Melhores) Frases do dia:

“Elfo” – a piada interna máster (prêmio dor-de-barriga pela frase mais escrota do dia)

“Minha mulher vai me matar” o camponês cujas frutas foram roubadas por uma mísera moeda de prata.

“Tu não vai atar de novo esse decote não?” Anderson perguntando em Off sobre a Ladina.
“Vou não, eu gosto assim, e tá calor” Anathalia em resposta.

“Pobre mulher, vai dormir do lado do quarto do elfo” pensamento de Devin ao ver o número da chave que Akila pegou.

“Ainda bem,o ronco parou, ele deve ter morrido" pensamento de Akila ao ouvir o Elfo acordar (e parar de roncar como consequência)

“Porra mulher, eu só queria beber meu vinho em paz” Bruce para Akila, interpretado por Anderson antes da mestra.

“Isso vai virar DR” Anderson em seus devaneios depois da frase acima.

“Lavou as orelhas? Penteou os cabelos? Cortou as unhas? " Akila tirando onda com Enek ao ver que ele tomou banho.
“Você não é a minha mãe!” Um raivoso Enek em resposta.

“Esquece essa história de pêras, por favor!” Devin e seu trauma com pomares.
“Mas são pêras! Cassandra em resposta.

“Eu acho que o feitiço acabou” – Devin para Bruce quando viu o Enek voltar com raiva para buscar o resto do grupo.
“Eu odeio muído de mulher” Resmungo de Enek ao chegar junto dos dois.

“Quem quer dar um soco na cara do elfo?” Bruce perguntando, e todos levantam a mão.

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Resumo da 4ª Sessão de Sunaeske, 10/12/14
Jogadores Pj’s: Anderson como Devin (Isa, não sei se foi por desencontro ou não, mas não deu pra te encontrar... até o celular tava ruim... T—T Bem, como vc me permitiu que ele fosse um NPC, então não me importei de usá-lo...)

História:

Meia noite, chegando na segunda vila, um pouco antes de Kaligos, a tão esperada cidade do norte, os nossos jovens ‘heróis’ não foram muito bem recebidos pelos habitantes locais – as ruas estavam desertas, até mesmo a taverna estava fechada naquele horário; o que dificultou a estadia do grupo, acabando por fazê-los acamparem perto do rio.
Devin soube pela dona Clotilde na vila passada de que essa vila estava sendo assombrada por feras, mas nada havia falado para os outros integrantes do grupo, e com isso Bruce se ofereceu para ser o primeiro turno de vigia daquela noite, e logo então todos os outros estavam adormecidos.
Até que Devin acorda perto da sua hora de vigia e percebe que misteriosamente Bruce havia sumido. E tinha acabado de ouvir um barulho estranho.
Acordando o Elfo – resmungando como sempre – os dois vão ver o que é, até que da moita sai um chupa-cabra corredor que rapidamente dá uma mordida no Elfo, que miseravelmente erra 90% de todos os ataques, e o Bardo que quebra a corda do alaúde e teve de se virar no gogó.
Cinco turnos depois, o Elfo cai inconsciente e o chupa-cabra ataca o bardo, que finalmente saca a espada e QUAAAAASE acerta um crítico no bicho, acabando por perder a batalha e quase ser comido se não fosse por uma miraculosa bola-de-fogo, dada por Bruce incrivelmente no momento certo, quase matando o pobre Bardo (e dando KS no bicho).
Logo assim que acorda, Devin acorda numa cama de estalagem da cidade, a mesma que o enxotou noite passada, com o Elfo na outra cama, ainda desacordado, e Cassandra sentada perto dos dois, ela pela segunda vez salvara a vida do Bardo (com seus 20 naturais nas perícias de cura). Pela gravidade dos ferimentos ambos tiveram de atrasar a viagem em quatro dias, e estranhamente Enek ficou calado por um bom tempo até recuperar um pouco suas forças, o que não demorou muito, já que os aldeões, agradecidos por terem matado “a fera” deram suprimentos de graça para os jovens aventureiros finalmente seguirem viagem.
E nesse tempo de Recuperação, Bruce novamente desaparecera, pra onde só os deuses sabem.
- End of chapter –

Contagem de XIS-Pê!
Chupacabra – 800/2 (- 200 de penalidade por terem de usar KS do mestre) = 200 xp
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 8,5 (poucas frases do dia, mas que deram muito efeito) = 75 xp

(Melhores) Frases do dia:

“Ele come como um porco, Ronca como um moedor de cana (as vezes até engasgando) e erra todos os ataques… Como isso pode ser um elfo?” – Anderson descrevendo o elfo

“ele antes era um ‘fchaaaaaaah’ agora é um ‘fchaaah!!’ " Mestra descrevendo o súbito aumento da velocidade de corrida do chupacabra

“Minha gente, vocês perderam pra um chupacabra?! Eu ia botar dois com asas!” Mestra abismada com a capacidade de rolagem dos dados dela mesma (2, 2, 2, 5, 3, 6…)

“Porra” Bardo ao quebrar a corda do alaúde na primeira ação do combate.
“Porra” Bardo ao miseravelmente jogar a espada para longe ao tentar sacá-la para bater.

“Nãããããããããããããoooooo” o Bardo ao ver suas roupas rasgadas (de novo).

“Nããããããããããããããããããããããoooooo” o Bardo ao descobrir que tinha de passar quatro dias acamado com Enek deitado na cama ao lado no mesmo quarto.

FODA-SE” o mesmo Bardo em tom de vingança ao ver o Elfo acordar e reclamar da vida.

Diálogo entre o grogue taverneiro da janela e o Bardo, ao bater à porta:
Taverneiro: “você não sabe que horas são?”
Bardo: “ehh, noite?”
Taverneiro: “exatamente, boa noite!” bá! fecha a janela

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Resumo da 3ª Sessão de Sunaeske, 03/12/14
Jogadores Pj’s: Anderson como Devin e Isa como Enek (finalmente algum jogo em grupo sinhô!) Tou tão feliz TUT

História:

Depois de um bom descanso após serem espancados por uma Vinha Assassina, Cassandra e Devin seguem viagem ao norte junto ao Rio Andira, Devin ainda procurando aqueles dois. E eis que ele os encontra, andando meio avariados da falta de sono e as picadas das cobras, e embora o cavalo estivesse inteiro ele quem mais sofria por essa privação.
Após uma breve conversa – com direito a olhares de desaprovação do Elfo e uma cantada singela de Bruce à Cassandra – eles decidem deixar o CAVALO descansar (sim, e vocês não, né?) e se preparam para passar a noite no local. Teria tudo saído perfeitamente indigno de descrição (vulgo normal) se Enek não tivesse inventado de tomar banho no rio sem o menor senso de pudor por uma mulher estar no recinto e ainda ficar soltando ‘gracinhas’ pra Bruce (que sem pestanejar revida na mesma moeda). Isso atraiu uma má impressão dos recém chegados, inclusive de Cassandra que nunca antes na vida tinha ouvido falar mais de elfos além de historinhas infantis. Então Cassandra reconhece Bruce como sendo o “barman de bordel” mais famoso da cidade de Jardina, arrancando risadas do próprio Bruce.
Após uma noite de sono (principalmente do cavalo, que ficou feliz), o recém-formado grupo segue viagem para Kaligos (Enek se recusou a emprestar o cavalo, andando com ele pelo resto da viagem), com uma semana sem incidentes (ALELUIA!) eles chegam numa pequena vila de uma rua só, com uma pequena estalagem de beira de estrada, e parando para descansar e repor seus estoques de ração.
Durante as compras de comida na feirinha local, Devin escuta uma humana (muito) velha chamada Dona Clotilde discutir com um moço sobre as estradas para o norte, e ouve alguma coisa sobre demônios na floresta D’Oriente, sendo depois desmentida pelo moço, dizendo que a velha costumava ter acessos de “gagaísse” e que não havia nada além de Owlbears e Lobos.
Depois disso, com direito a umas cantorias e uma moeda de ouro ganha na taverna – bem como uma pequena diversão extra para o Bardo, os aventureiros partem na manhã seguinte, Enek ainda monopolizando o cavalo.

Contagem de XIS-Pê!

Interpretação – 120 xp (parabéns, isso é um ótimo número pessoal)
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 10,0 (Crises de riso com apenas UMA frase) = incríveis 100 xp \o/
Vocês alegraram meu dia, minha gente, continuem assim! 3

(Melhores) Frases do dia:

“A descrição do encontro de noobs:
Um bando de gente andando e gemendo de dor por causa de combates passados” Anderson, ao ver que os dois caras ainda estavam fudidos por causa daquelas cobras.

“O Elfo Clodovil” Anderson ao pensar num Elfo falando grosso.

“AI QUE GROSSO” Isa, a sessão inteira. (Ganhou Prêmio Dor-de-Barriga pela frase crise-de-riso do dia)

“Eu não sou Bara, eu sou BARAvilhoso!” Bruce ao ser chamado de Bara.

“Eu sempre pensei que Elfos fossem educados e comedidos, principalmente na hora das refeições…” O Bardo ao ver Enek limpando as unhas com uma faca.
“Foda-se” le resposta do Elfo.

“Já não basta limpar as unhas com uma faca, ainda por cima ele come feito um porco” Devin.
“BUUURP!” o arroto de resposta de Enek.

“Ainda bem, minhas provisões estavam acabando” Anderson “Ei véi, eu sou um bardo magro mas que tem o maior espírito de gordo do mundo véi…”
“Bem” a mestra em resposta “você é gordo, cara…”
“Pois é” Anderson concordando.

“Véi, um cara chato desse não tem mulher que aguente” Devin pra Bruce
“Tem de ser uma mulher igual pra equiparar” Bruce
le momento imaginando uma interação entre um casal desse
“É, e ninguém aguentaria eles” Devin fazendo careta.

“Eu sei que tem alguma coisa de bondoso nesse Elfo, ainda tenho esperança” Devin discutindo com Bruce
“Bondoso? Só se for Bundoso, bunda-mole” Bruce em resposta, fazendo os dois rirem.
“Coé a graça aí?” Enek querendo saber.
“Ué cara, rir não custa nada sabia?” Devin
“Queria que custasse, tava rico agora” Enek montando no cavalo.

“Http://www.myinstants.com/instant/foda-see/” Segunda frase mais dita por Enek.

“Juízo” Bruce, o prostituto, para Devin, o bardo sortudo. (Tela azul no bardo)

“Mas não é chato normal… É AQUELE chato” Anderson, descrevendo o Elfo enquanto esganava o ar.

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Resumo da 2ª Sessão de Sunaeske, 26/11/14
Jogadores/PJ’s: Anderson, como Devin Stewart, o Bardo (somente... Sessões sólo de novo? T—T)

História:

Mal Devin chegara ao continente, já arranjara problemas financeiros – Roger, o velho amigo do bardo e tutor nas artes Bárdicas, havia deixado um cavalo para seu pupilo, e já que ele havia declarado o jovem como seu herdeiro, este resolveu buscá-lo na estrebaria. Porém, o velho deixara o cavalo lá e nunca mais pagara a estadia do bicho, resultando numa dívida absurda de 50 Olhos de ouro. Com apenas exatos 50 Olhos de Ouro para vida e para morte, ele tentou negociar com o cocheiro, que ao saber que o velho dono morrera (eles eram muito amigos, por isso o cavalo continuava lá), deu um desconto e conseguiu fazer com que o cocheiro deixasse que a dívida estagnasse em 75 Olhos (o tempo da estadia + o tempo que Devin usaria pra procurar o dinheiro) enquanto o jovem buscava o dinheiro pra pagar essa quantia, e assim que paga, levaria o cavalo.
Após vagar por um bom tempo nas terras de Turadórh (o nome do continente em que TODA a galera tá no momento), Devin percebe que embora fosse um continente rico, estava faltando uma coisa muito importante: Elfos. Embora ouvisse falar de muitas lendas deles naquele continente, em toda sua viagem não havia encontrado nenhum, nem mesmo um Ancião ou uma criança perdida. Então chegou na cidade de Jardina (lê-se Iardína), era a maior da região Oriental antes das Grandes Florestas D’Leste.
Nesse momento foi para uma taverna – única fonte de boatos confiável, segundo ele e o Elfo da outra sessão – chamada La Rosa D’água e falou com o taverneiro John, e após uma garrafa de cerveja prontamente tirada, perguntou sobre os Elfos. De fato, há vinte e cinco anos houvera um extermínio misterioso, e atualmente encontrar um Elfo era tão difícil quanto achar agulhas em palheiros. Ao perguntar sobre alguém que conhecia alguma coisa sobre o paradeiro dos Elfos, John chamou o franzino Sapiel, que dissera que aparecera há dois dias atrás um Elfo – um de verdade! – na taverna e tinha perguntado a mesma coisa, e a resposta que dera foi que tinha um rapaz chamado Bruce (inclusive dera a descrição) que dissera saber onde havia visto Elfos. Porém, ao indagar a direção, Sapiel se recusou a dizer a não ser que pagasse um preço, após uma negociação, o Bardo resolveu tocar para atrair mais clientes, tirando um assombroso 20 natural em atuação, vencendo o desafio. Três músicas depois, a taverna cheia de gente animada (e 3,5 Olhos de Ouro a mais no bolso), Sapiel dissera que eles foram para o norte, na direção da cidade de Kaligos.
Sem equipamentos para ir, resolveu comprar mantimentos e roupas novas para partir em viagem, e foi aí que conheceu uma jovem moça chamada Cassandra que também queria ir para o Norte, mas não havia nenhum comboio de carroças disponível no momento. Se oferecendo para acompanha-la, em agradecimento ela o indicou as lojas certas para Devin comprar as coisas de que ele precisava, e numa dessas lojas conheceu pessoas singulares, como o Alfaiate Philleas Phisto. Isso acabou com os Olhos de ouro que conseguira na taverna (T-T).
Depois de uma arrumação básica, partiram em viagem. No primeiro dia nada de mal acontecera com eles, e no segundo dia encontraram um pomar com uma cerca-viva. Não ligando para nenhum senso de propriedade, Cassandra resolveu entrar para pegar umas deliciosas peras madurinhas do pé, porém ela nem percebeu que a árvore estava infestada com uma “erva daninha”, nada mais nada menos do que uma mortal vinha assassina. Com um aviso anti-pânico do bardo, ela conseguiu descer sem problemas, porém Devin acabou sendo preso pelo pé e atacado pelo bicho, levando uma porrada que quase acabou com seus pv’s. Cassandra, aflita com a morte iminente do seu amigo, jogou uma pederneira para ele, fazendo o bardo acender o fogo que salvou sua vida – porém pôs o pomar em chamas. Após uma louca fuga desenfreada, ao parar longe dela e esfriar o sangue, o bardo cai cheio das dores, com uma roncha desse tamanho no peito. Cassandra, com uma ‘ninjada’ de primeiros socorros, ajudou o pobre Bardo a se recuperar o bastante para seguir viagem, continuando sua jornada para o norte à procura do Elfo (desconhecido ainda, Sapiel não dissera) e seu amigo-guia Bruce.

Contagem de XIS-Pê!
Vinha Assassina ND 3 – 800 xp (/2) = 400 xp
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 9,0 (situações constrangedoras contornadas com sucesso) = 45 xp

(Melhores) Frases do dia:

“Não que na outra sessão todos os estabelecimentos se chamavam ‘mais próximo’. Tipo: taverna Mais Próxima ‘sempre perto de você’ …” Anderson contando as presepadas da galera dele.

“Poxa, o serviço dessa taverna é excelente, hein?” Devin ao ser prontamente servido com uma garrafa de cerveja sem nem dizer o que queria.
“A gente faz o que pode” John em resposta.

“Tu passou esse tempo todo e não conseguiu pagar a dívida? Gastou demais não foi?” Mestra ao saber que o cara não tinha porra nenhuma a mais na algibeira.
“Meu dia é cheio de Altos e Baixos, num dia é caviar, no outro pão com mortadela” a resposta.

“Booora, sai daí!” Cassandra chamando o bardo pra sair do pomar.
“Porra!” O bardo em resposta, preso pelo pé por uma vinha.
“Pooooorra!” O bardo ao ser preso pelo outro pé ao se libertar da primeira vinha.

“Que tipo de infeliz põe uma criatura daquela pra proteger um pomar?” Devin depois de uma correria pra fora do pomar em chamas.
“Hoje aprendemos que não devemos entrar no pomar dos outros assim” Mestra.
“Mas as pêras eram tão boas e grandes e suculentas” Cassandra, mostrando uma pêra enorme na mão.
“Estar vivo é melhor que morrer por peras”

“VOCÊ DEIXOU MINHA PEDERNEIRA CAIR?!” Cassandra ao ver que o Bardo deixara a pedra para trás quando não conseguiu pular a cerca do pomar da primeira vez, chacoalhando o pobre no processo. “E AGORA COMO A GENTE VAI FAZER FOGO?”
“Não, eu volto lá” Devin tentando se desculpar.
“Com aquele incêndio e o dono da fazenda à nossa procura? Não senhor!” Cassandra.
“Eu volto lá depois…” Devin na tentativa.

“Nããããããão” cada vez que o bardo rasgava uma parte da roupa no arame farpado.

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Resumo da 1ª Sessão de Sunaeske, 12/11/14
Jogadores/PJ’s: Isa, como Enek Gneiss (somente T—T)

História:
Há alguns dias, viajando além das terras Florestais de Pathfaen Taurwen, o jovem e destemido Guerreiro Elfo chamado Enek Gneiss partira em sua jornada para restaurar a glória do seu povo, agora reduzido a cinzas, uma metrópole fantasma e – pelo que ele sabia – um único sobrevivente. E tinha três dificuldades para enfrentar: a falta de recursos, a falta de pessoas do seu povo e um singelo “inquilino” que apropriou-se das terras e o expulsara de lá – e era forte demais para ele enfrentar. Com essa árdua tarefa na mão, ele decidiu procurar por alguma ajuda, para, se não puder derrotar e expulsar o monstro, ao menos conversar com ele e convencê-lo a um acordo.
Chegou então a uma cidade mais a oeste, pelo menos uma maior do que as pequenas vilas que encontrara pelo caminho, na esperança de achar algum indício de seu povo ou uma pista. Ao finalmente encontrar uma taverna – única fonte de boatos confiável, segundo ele – soube por um distinto rapaz franzino e com jeito de quem faz teatro – chamado Sapiel – de que existia uma pessoa que sabia do paradeiro de Elfos, e ele estava sentado à uma mesa dessa mesma taverna. Seu nome era Bruce, um rapaz alto, meio musculoso e aparentemente humano, só que a pele totalmente branca e cinzenta como alabastro, cabelos igualmente brancos, curtos divididos para um lado e espetados, bem como um cavanhaque-sem-bigode bem cuidado, também branco.
Após uma conversa não muito amigável no início, Bruce diz que há alguns anos vira Elfos viajando para o norte, para Kaligos, e após mais umas frases “amigáveis” Bruce decide guiá-lo ao norte, ao local onde tinha visto os Elfos.
Após comprar um cavalo para os dois – Enek pagando a maior parte, claro –, eles seguem viagem para o Oeste, para depois seguir para a estrada do Norte, rumo a Kaligos. Na primeira noite em que resolveram passar a noite para deixar o cavalo descansar, ouviram chiados esquisitos e foram atacados por três cobras de ferro, aparentemente desgovernadas, e quase iam perdendo se não fosse por uma bola de fogo vinda também de – ao que parece – de lugar nenhum. Alarmados – e muito assustados – por aquele incidente repentino, resolveram sair logo dali, viajando à noite mesmo, atravessando o rio e seguindo para a estrada do Norte.

Contagem de XIS-Pê!
3 cobras de ferro (1 incapacitada, 1 morta) = 800 xp
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 9,5 (Uso de “foi foda”) = 50 xp

(Melhores) Frases do dia:
“Droga, humano?!” Enek, que odeia humanos
“Bruce, você é um mago? VOCÊ MENTIU PARA MIM!” e conjuradores também.
“Feiticeiro, é diferente” Bruce, em resposta à frase acima.
“Tanto faz!” Enek

“Eu vou, acendo o fogo e começo a fritar um ovo Élfico…” – Isa
“Ovo élfico?” Mestra, ao ouvir
“É, eles são molinhos” – Isa
“Sua Canibaaaaaaal!” – Mestra

“Como é que tu consegue, com essa destreza, carregar ovos sem quebrar?!” Mestra
“Ah, eles estavam enrolados em plástico-bolha” – Isa em resposta

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Welcome to your campaign!
A blog for your campaign

Wondering how to get started? Here are a few tips:

1. Invite your players

Invite them with either their email address or their Obsidian Portal username.

2. Edit your home page

Make a few changes to the home page and give people an idea of what your campaign is about. That will let people know you’re serious and not just playing with the system.

3. Choose a theme

If you want to set a specific mood for your campaign, we have several backgrounds to choose from. Accentuate it by creating a top banner image.

4. Create some NPCs

Characters form the core of every campaign, so take a few minutes to list out the major NPCs in your campaign.

A quick tip: The “+” icon in the top right of every section is how to add a new item, whether it’s a new character or adventure log post, or anything else.

5. Write your first Adventure Log post

The adventure log is where you list the sessions and adventures your party has been on, but for now, we suggest doing a very light “story so far” post. Just give a brief overview of what the party has done up to this point. After each future session, create a new post detailing that night’s adventures.

One final tip: Don’t stress about making your Obsidian Portal campaign look perfect. Instead, just make it work for you and your group. If everyone is having fun, then you’re using Obsidian Portal exactly as it was designed, even if your adventure log isn’t always up to date or your characters don’t all have portrait pictures.

That’s it! The rest is up to your and your players.

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