Sunaeske

Resumo da 2ª Sessão de Sunaeske, 26/11/14

Jogadores/PJ’s: Anderson, como Devin Stewart, o Bardo (somente... Sessões sólo de novo? T—T)

História:

Mal Devin chegara ao continente, já arranjara problemas financeiros – Roger, o velho amigo do bardo e tutor nas artes Bárdicas, havia deixado um cavalo para seu pupilo, e já que ele havia declarado o jovem como seu herdeiro, este resolveu buscá-lo na estrebaria. Porém, o velho deixara o cavalo lá e nunca mais pagara a estadia do bicho, resultando numa dívida absurda de 50 Olhos de ouro. Com apenas exatos 50 Olhos de Ouro para vida e para morte, ele tentou negociar com o cocheiro, que ao saber que o velho dono morrera (eles eram muito amigos, por isso o cavalo continuava lá), deu um desconto e conseguiu fazer com que o cocheiro deixasse que a dívida estagnasse em 75 Olhos (o tempo da estadia + o tempo que Devin usaria pra procurar o dinheiro) enquanto o jovem buscava o dinheiro pra pagar essa quantia, e assim que paga, levaria o cavalo.
Após vagar por um bom tempo nas terras de Turadórh (o nome do continente em que TODA a galera tá no momento), Devin percebe que embora fosse um continente rico, estava faltando uma coisa muito importante: Elfos. Embora ouvisse falar de muitas lendas deles naquele continente, em toda sua viagem não havia encontrado nenhum, nem mesmo um Ancião ou uma criança perdida. Então chegou na cidade de Jardina (lê-se Iardína), era a maior da região Oriental antes das Grandes Florestas D’Leste.
Nesse momento foi para uma taverna – única fonte de boatos confiável, segundo ele e o Elfo da outra sessão – chamada La Rosa D’água e falou com o taverneiro John, e após uma garrafa de cerveja prontamente tirada, perguntou sobre os Elfos. De fato, há vinte e cinco anos houvera um extermínio misterioso, e atualmente encontrar um Elfo era tão difícil quanto achar agulhas em palheiros. Ao perguntar sobre alguém que conhecia alguma coisa sobre o paradeiro dos Elfos, John chamou o franzino Sapiel, que dissera que aparecera há dois dias atrás um Elfo – um de verdade! – na taverna e tinha perguntado a mesma coisa, e a resposta que dera foi que tinha um rapaz chamado Bruce (inclusive dera a descrição) que dissera saber onde havia visto Elfos. Porém, ao indagar a direção, Sapiel se recusou a dizer a não ser que pagasse um preço, após uma negociação, o Bardo resolveu tocar para atrair mais clientes, tirando um assombroso 20 natural em atuação, vencendo o desafio. Três músicas depois, a taverna cheia de gente animada (e 3,5 Olhos de Ouro a mais no bolso), Sapiel dissera que eles foram para o norte, na direção da cidade de Kaligos.
Sem equipamentos para ir, resolveu comprar mantimentos e roupas novas para partir em viagem, e foi aí que conheceu uma jovem moça chamada Cassandra que também queria ir para o Norte, mas não havia nenhum comboio de carroças disponível no momento. Se oferecendo para acompanha-la, em agradecimento ela o indicou as lojas certas para Devin comprar as coisas de que ele precisava, e numa dessas lojas conheceu pessoas singulares, como o Alfaiate Philleas Phisto. Isso acabou com os Olhos de ouro que conseguira na taverna (T-T).
Depois de uma arrumação básica, partiram em viagem. No primeiro dia nada de mal acontecera com eles, e no segundo dia encontraram um pomar com uma cerca-viva. Não ligando para nenhum senso de propriedade, Cassandra resolveu entrar para pegar umas deliciosas peras madurinhas do pé, porém ela nem percebeu que a árvore estava infestada com uma “erva daninha”, nada mais nada menos do que uma mortal vinha assassina. Com um aviso anti-pânico do bardo, ela conseguiu descer sem problemas, porém Devin acabou sendo preso pelo pé e atacado pelo bicho, levando uma porrada que quase acabou com seus pv’s. Cassandra, aflita com a morte iminente do seu amigo, jogou uma pederneira para ele, fazendo o bardo acender o fogo que salvou sua vida – porém pôs o pomar em chamas. Após uma louca fuga desenfreada, ao parar longe dela e esfriar o sangue, o bardo cai cheio das dores, com uma roncha desse tamanho no peito. Cassandra, com uma ‘ninjada’ de primeiros socorros, ajudou o pobre Bardo a se recuperar o bastante para seguir viagem, continuando sua jornada para o norte à procura do Elfo (desconhecido ainda, Sapiel não dissera) e seu amigo-guia Bruce.

Contagem de XIS-Pê!
Vinha Assassina ND 3 – 800 xp (/2) = 400 xp
Nível de Risos (6 piadas sem-graça~10 crise de riso) = 9,0 (situações constrangedoras contornadas com sucesso) = 45 xp

(Melhores) Frases do dia:

“Não que na outra sessão todos os estabelecimentos se chamavam ‘mais próximo’. Tipo: taverna Mais Próxima ‘sempre perto de você’ …” Anderson contando as presepadas da galera dele.

“Poxa, o serviço dessa taverna é excelente, hein?” Devin ao ser prontamente servido com uma garrafa de cerveja sem nem dizer o que queria.
“A gente faz o que pode” John em resposta.

“Tu passou esse tempo todo e não conseguiu pagar a dívida? Gastou demais não foi?” Mestra ao saber que o cara não tinha porra nenhuma a mais na algibeira.
“Meu dia é cheio de Altos e Baixos, num dia é caviar, no outro pão com mortadela” a resposta.

“Booora, sai daí!” Cassandra chamando o bardo pra sair do pomar.
“Porra!” O bardo em resposta, preso pelo pé por uma vinha.
“Pooooorra!” O bardo ao ser preso pelo outro pé ao se libertar da primeira vinha.

“Que tipo de infeliz põe uma criatura daquela pra proteger um pomar?” Devin depois de uma correria pra fora do pomar em chamas.
“Hoje aprendemos que não devemos entrar no pomar dos outros assim” Mestra.
“Mas as pêras eram tão boas e grandes e suculentas” Cassandra, mostrando uma pêra enorme na mão.
“Estar vivo é melhor que morrer por peras”

“VOCÊ DEIXOU MINHA PEDERNEIRA CAIR?!” Cassandra ao ver que o Bardo deixara a pedra para trás quando não conseguiu pular a cerca do pomar da primeira vez, chacoalhando o pobre no processo. “E AGORA COMO A GENTE VAI FAZER FOGO?”
“Não, eu volto lá” Devin tentando se desculpar.
“Com aquele incêndio e o dono da fazenda à nossa procura? Não senhor!” Cassandra.
“Eu volto lá depois…” Devin na tentativa.

“Nããããããão” cada vez que o bardo rasgava uma parte da roupa no arame farpado.

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AnerolSevla

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